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Personal trainer e nutricionista: como considerar a alimentação no treino?


Aprenda adaptar a prescrição de exercícios de acordo com as dietas do nutricionista

Não é novidade para ninguém que o trabalho multidisciplinar é parte importante, se não fundamental, na hora de otimizar resultados (seja o ganho de massa muscular, a perda de gordura ou a melhora da performance).

E sabemos que a cooperação entre personal trainer e nutricionista é de grande importância para a saúde e performance do aluno.

Por isso, o profissional do Fitnesssempre deve estar ciente de alguns processos básicos da nutrição do aluno para preparar-se e adaptar o seu trabalho quando necessário.

Se o personal trainer não está ciente de quais estratégias nutricionais o aluno está adotando para aquele período, o seu trabalho pode ficar comprometido. Ele pode exigir demais de um aluno com deficiência energética ou até não intensificar o trabalho do aluno que tem abundância de calorias na alimentação.

Para você entender como se portar em relação às diferentes estratégias adotadas pelos nutricionistas, hoje eu separei aqui 2 situações muito comuns e os cuidados que você deve ter para adaptar a sua prescrição.

Prática de Exercícios em Jejum

Imagine que você chega para a sessão de treino em jejum.

O que você deve fazer? Seu personal precisa estar aliado com a dieta.

Alguns nutricionistas recomendam a prática de exercício físico em jejum.

Os motivos podem variar, desde adaptar melhor a rotina ou ao plano alimentar do cliente.

A melhora de resultados de perda de gordura através dessa prática podem ser eficazes num momento de "lapidada final".

Alguns estudos já mostram que são pouco eficientes para longo prazo esse fim. Porém, sabemos que essa estratégia não gera danos à saúde. Além disso, não prejudica a performance e também não faz o aluno perder massa muscular.

Para alunos adaptados e que se sentem bem fazendo rotinas de treino em jejum, pode ser uma excelente opção.

O mais importante é ele estar adaptado a esse tipo de treinamento. A preferência de alguns alunos vem principalmente de não se exercitarem com a sensação de estômago cheio. Treinar com essa sensação é o que pode sim gerar danos à performance.

O mais importante é você certificar que o seu aluno se adequa bem a essa prática. É comum ter alunos que acreditam que isso pode otimizar a perda de gordura e que tentam se exercitar em jejum mesmo sentindo mal-estar. Isso pode gerar quadros hipoglicêmicos e desmaios. Você deve ficar atento se isso é uma prática viável para o seu aluno e não autorizar caso isso possa prejudicá-lo.

Dietas de baixo carboidrato

Atualmente, as dietas de baixo carboidrato estão chamando muito a atenção dos nutricionistas. Muitos que adotam essa estratégia estão focados na perda de gordura e alguns até em melhorar a performance. É isso mesmo! A estratégia de baixo carboidrato pode aumentar a performance. Foi o que alguns estudos relataram, em que atletas de endurance melhoraram a performance quando adaptados a dietas de baixo carboidrato.

Os cuidados que você deve tomar diante dessa estratégia são semelhantes aos do tópico anterior. Você deve analisar principalmente a adaptação do seu aluno com esse modelo alimentar e ter em mente que inicialmente pode haver uma perda de performance.

Alguns alunos podem demorar duas ou três semanas para estarem 100% adaptados a esse estilo alimentar e, assim, terem uma prática de treinamentos normal. Durante esse período, você deve treiná-lo normalmente, mas ficando atento a possíveis prejuízos de força muscular e performance de endurance que podem ocorrer.sonal trainer e nutricionista –

Conclusão

O mais importante de tudo é alinhar a estratégia de seu nutricionista com os treinos do seu personal.

Pois é fato que eles sempre poderão contribuir um para o trabalho do outro, então é fundamental que você os treinos e dietas andem em conjunto.

Fazendo isso, você terá seus resultados de maneira mais eficaz e até muito mais rápido.


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